Eleições

Num processo democrático, um dos momentos mais decisivos e mais importantes de uma comunidade é a hora da eleição. Depois de todos os preparativos, da manifestação de propostas, dos contatos pessoais ou por meio de comunicação, os cidadão e cidadãs, na condição de eleitores e eleitoras, vão às urnas para tomar suas decisões.

No atual momento, é hora de escolher os administradores e os legisladores. A decisão de cada pessoa depende apenas dela, não precisa estar sujeita a nenhuma pressão, e se tiver alguma proposta ou promessa, ela poderá analisar, consentir ou divergir.

Neste momento de decisão, o importante é permitir, livre e democraticamente, que cada um faça sua escolha e tome a sua decisão. O eleitor ou eleitora poderá analisar a vida de cada proponente, verificar se ele tem condições para exercício do cargo administrativo ou legislativo. Analisar a vida pregressa, consultar os sistemas de comunicação sociais para poder saber o caminho daqueles que concorrem. Se o candidato ou candidata for corrupto (a), tiver condenação judicial ou sua vida for repleta de processos sobre uso indevido de recursos públicos, ou ainda, se tiver ação parlamentar incompetente e inoperante, ou se enriqueceu de maneira ilícita durante exercício do mandato, caberá à eleitora ou eleitor o direito de negar-lhe o voto, pois não é justo nem digno que alguém que tenha ofendido os princípios de honra, dignidade, bom exercício do mandato com comportamento inidôneo possa querer ter acesso aos cargos que movimentam o dinheiro público.

É hora de decidir, mas antes de tudo, é hora de analisar, pensar e respeitar o interesse coletivo.