Av. Canoas fica as escuras durante a noite. Foto: Bruno Lara/OT
Av. Canoas fica as escuras durante a noite. Foto: Bruno Lara/OT

A BR-448, apelidada de Rodovia do Parque em função da proximidade ao Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (Esteio), demorou mais de 30 anos para sair do papel. Construída com recursos do Governo Federal para desafogar – em ao menos 40% – a BR-116, em Canoas, a rodovia possui 9,14 km de extensão ligando a RS-118, em Sapucaia, até a Freeway (BR-290), em Porto Alegre. A Fauna é uma das maiores preocupações por ser próximo a uma área de preservação ambiental.

Até o início do mês de agosto, o radar instalado no limite entre Canoas e Porto Alegre no final de julho já registrou 22 multas por hora. O equipamento serve para fiscalizar os veículos que deveriam respeitar o limite de 50km/h na ponte estreada.

Av. Canoas, principal acesso a BR-448 pelo Mato Grande é um trecho perigoso durante a noite. Foto: Bruno Lara/OT
Av. Canoas, principal acesso a BR-448 pelo Mato Grande é um trecho perigoso durante a noite. Foto: Bruno Lara/OT

Placas indicativas
O vereador Cezar Mossini (PMDB), atento aos problemas no acesso à rodovia, apresentou um pedido de providências na última semana solicitando a instalação de placas indicativas nas principais ruas que dão acesso à BR-448, nos bairros Mathias Velho, Harmonia, Mato Grande e Rio Branco. O parlamentar destacou que os motoristas, especialmente aqueles que não residem em Canoas e que não conhecem as ruas da cidade, encontram enormes dificuldades para acessar a rodovia.

Saídas para Canoas
Para quem retorna da Capital, no entanto, o acesso a Canoas também é complexo e a sinalização não é o maior problema. Embora haja de duas a três placas sinalizando a curva acentuada a direita que o condutor deverá realizar, o trajeto a seguir não será fácil. Nenhum poste de luz é observado na av. Canoas até a rótula que marca a entrada no Central Park, no bairro Mato Grande. Para dificultar ainda mais o motorista, uma ciclovia está localizada no canteiro central da via. Nos finais de tarde, sem iluminação, fica difícil enxergar ciclistas que, por ventura, se aventurem fora da faixa. Durante a noite, o deslocamento é perigoso e, em noites chuvosas, o trajeto se torna um verdadeiro risco à vida.

Engana-se aquele que achar que a rua Doná Maria Isabel, opção para o bairro Rio Branco, lhe dará mais segurança. Sem meio-fio para limitar o asfalto e a calçada, a rua quase sempre está encoberta com pedras e areia. A rua Doná Elizabete Finkler é melhor apresentada. Porém, não há nenhuma sinalização ao seu término para indicar o caminho que o motorista deve seguir. Os acessos à RS-386, em Canoas, também não estão iluminados.

A RS-386 também peca na iluminação no trecho entre a BR-448 e a av. Guilherme Schell. Foto: Bruno Lara/OT
A RS-386 também peca na iluminação no trecho entre a BR-448 e a av. Guilherme Schell. Foto: Bruno Lara/OT

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