
Segundo informações do jornal Correio do Povo, a Polícia Federal (PF) solicitou à Justiça a quebra de sigilo das contas eleitorais da candidata à Prefeitura de Canoas, Beth Colombo (PRB). A polícia pede também o compartilhamento dos dados com o Ministério Público. A intensão, segundo divulgou o jornal de circulação estadual, é tomar conhecimento da origem dos mais de R$ 500 mil encontrados entre o comitê e a casa do ex-tesoureiro da campanha e ex-secretário do governo Jairo Jorge, Guilherme Ortiz, na quinta-feira, 22.
O Bloco do Orgulho Municipal (BOM), que possui 14 partidos coligados em apoio à Beth, nega que o dinheiro tenha sido encontrado no comitê central da campanha, mas sim nos pertences pessoais do tesoureiro. O Partido Republicano Brasileiro, PRB, lancou nota junto da coligação onde diz que Guilherme “não é e nunca foi” filiado ao partido.
Operação Suffragium
A operação desencadeada na quinta-feira, 22, que teve como alvo principal o comitê da candidatura, mas também a residência do tesoureiro e um depósito de materiais de campanha que a PF diz ser não declarado a Justiça Eleitoral foi apelidada de Suffragium. Traduzindo do latim para o Português o termo significa Sufrágio, ou seja, o processo de escolha por votação, a eleição em si, ou, ainda, o próprio exercício do voto em uma eleição. A polícia informou que a operação apura “crimes eleitorais”.
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