operação nosso lar, da polícia civil, desarticulou quadrilha de casas pré-fabricadas. Foto: Polícia Civil/Divulgação
operação nosso lar, da polícia civil, desarticulou quadrilha de casas pré-fabricadas. Foto: Polícia Civil/Divulgação

 

Por volta das 7 horas desta segunda-feira, 25, a 2ª Delegacia Regional Metropolitana (DRM) deflagrou a Operação Nosso Lar, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que aplicava golpes que, segundo a Polícia, somam mais de meio milhão de reais.

A investigação durou em torno de seis meses e descobriu que a cada vez que uma empresa era descoberta, outra se abria, em outro local, para dar continuidade ao golpe. Até o momento, cinco empresas foram desvendadas. Uma delas, tida como a principal, era a “Casa Canoense”, que funcionava em frente a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Canoas, na rua Dr. Barcelos, no Centro. Esta, segundo a Polícia Civil, não possuía sequer número de CNPJ.

A suspeita é que criminosos montaram empresas de fachada, fazendo uso de documentação falsificada, e começaram a vender residências que nunca entregaram aos compradores. A prática ocorria a pelo menos um ano. O saldo, conforme informado pelo twitter da Polícia Civil, foi de nove presos e seis pessoas conduzidas coercitivamente. Armas, incluindo uma metralhadora, documentos e dinheiro também foram apreendidos.

Segundo informações preliminares, aos menos 80 pessoas foram vítimas da máfia na região metropolitana, embora apenas 28 destas tenham registrado ocorrência e somam um prejuízo em torno de R$ 425 mil. Isso porque os criminosos exigiam um adiantamento de 50% do valor da casa como entrada e o restante do pagamento poderia ser feito em 36 vezes.

Conforme informado pela polícia, o filho do responsável por montar o esquema criminoso – que não teve ainda a identidade divulgada – que é jogador de futebol na Suécia, participou de pelo menos dois golpes. O órgão acredita que o dinheiro das vítimas foi para a sua conta bancária no exterior.

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