As eleições para a próxima gestão do Sindicato Médico do RS acontecem no próximo dia 28, quinta-feira. A chapa de situação, que tem o atual vice-presidente como candidato, visitou redação de OT para apresentar propostas à comunidade médica.

Sob a liderança do candidato à presidência, o Psiquiatra Fernando Uberti, a chapa promete continuar e aprofundar o trabalho de sucesso dos últimos anos, feito a várias mãos.

O grupo aponta o fortalecimento do projeto que alcançou resultados expressivos, tanto na atuação política baseada em combatividade e articulação com lideranças políticas e outras instituições, assim como na ampliação e qualificação de serviços aos médicos associados, exemplificada pela forte descentralização dos escritórios de advocacia ao interior.

De acordo com dados apresentados pela Chapa, o Simers alcançou o melhor resultado em número de sócios e melhor resultado financeiro dos últimos 15 anos, no último ano.

Continuidade com alternância de nomes

O atual presidente da entidade, Marcos Rovinski, destaca que o propósito da atual gestão foi atingido e que agora o médico precisa decidir entre o certo e o duvidoso.

“Tivemos grandes conquistas ao longo da gestão e estivemos sempre cercados por colegas respeitados, sérios e ancorados em valores como a necessidade de renovação de ideias e formação de lideranças. Fernando Uberti, por sua juventude com muita experiência, é o nome que melhor simboliza isso e que melhor representa a estabilidade, segurança e continuidade desse trabalho”, destaca.

A renovação com experiência na atuação representativa

Com uma trajetória marcada por conquistas e forte participação nas esferas estudantil e de política médica estadual e nacional, Fernando Uberti tem liderado reformas estruturais importantes na entidade e na sua forma de atuação.

“O Simers enquanto entidade está cada vez mais sólido economicamente e passou por grande modernização administrativa nesses últimos 3 anos, o que é fundamental para estarmos na ponta, em todas as regiões, com mais força e qualidade, na defesa do médico. Além disso, aperfeiçoamos nossa atuação política para além do necessário sindicalismo combativo, mas também buscando maior articulação com lideranças políticas, entidades e instituições de outros setores, para conquistarmos soluções estruturais, avanços concretos à categoria.”

Conquistas para a categoria médica

A Chapa 1 também defende a importância de um Simers forte, presente e estratégico, tanto nos desafios locais quanto nacionais. Em Brasília, o Sindicato tem avançado em projetos importantes para a proteção e valorização dos médicos. Entre eles, destaca-se o Projeto de Lei 2621, que objetiva mais proteção para os médicos com contratos de pessoa jurídica.

No cenário estadual, uma conquista histórica foi a criação de uma carreira pública específica para médicos, com redução de carga horária e incrementos remuneratórios.

Simers próximo ao associado

A descentralização dos serviços ao interior está entre as principais propostas da Chapa 1. “Nunca se viu o Simers tão presente no interior. Presidente, vice-presidentes e diretores estão ativamente presentes em agendas políticas e palestras que levam mais segurança ao exercício profissional do médico. Esse forte processo de interiorização da atuação política, benefícios, convênios e serviços se aprofundará”, detalha Uberti.

Além disso, o grupo propõe forte atuação jurídica contra a abertura de novas faculdades de Medicina, a exemplo da emblemática vitória na ADC/81, no STF, que proibiu a abertura de 10 mil vagas de Medicina por via judicial no país.

A CHAPA 1 também defende um Exame Nacional de Proficiência a egressos de cursos de Medicina no país, com foco na punição de faculdades com desempenho insuficiente. “Não é o ideal, mas necessário nesse momento, para atenuar o impacto da deterioração do ensino médico no país”.

Gestão estratégica e sem ideologias

Conforme Fernando Uberti, o foco é claro: os interesses da categoria médica. A Chapa 1 propõe uma gestão livre de influências político-partidárias, promovendo uma articulação mais inteligente e estratégica, tanto no Congresso Nacional quanto na Assembleia Legislativa, em pautas estruturais à Medicina. “Nosso foco é o que interessa à Medicina”.

 

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