tonito18032016
Sempre fui aluno regular, pouco amante dos números, para meu prejuízo pois eles trazem respostas a muitas de nossas perguntas. Como agora, quando o Brasil está doente, picado pelos mosquitos da ambição, da intolerância, da burrice, do antipatriotismo.
Neste dia 13, milhões foram às ruas gritando, panfleteando, desfraldando bandeiras, contra e a favor do governo federal e seus filhotes estaduais e municipais, que eventualmente sejam corruptos.
Tivemos, num só dia, o quadro inteiro de um tempo maior: o povo como sujeito, representado por milhões nas ruas, expressando sua vontade de mudança da pátria para uma vida honesta, tranquila, produtiva, pacífica.
Afinal, sonhando com a honestidade, a tranquilidade, a produtividade e a paz, vamos confiar que já nas próximas eleições tenhamos os gritos, os panfletos, as bandeiras.
O povo tem capacidade de reconstruir o que esteja arruinado. Não desejemos, não procuremos um protetor. “As nações que procuram protetores terão donos”. (Louis Fischer).
Bagagem
“Causa-me riso ver duas pessoas supostamente portadoras de grandes verdades engalfinhando-se em uma batalha em que, esgotada a munição verbal, a agressão física fica iminente. Admitida a hipótese de que elas possuam grandes verdades, por que não transmiti-las a grande auditórios, seduzindo a inúmeros, em vez de gastá-las, cansá-las em um confronto particular, do qual poderão sair opositores mais ferozes, até inimigos?” (O Timoneiro, 30 de abril de 1993).

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