Em Nova Santa Rita, o prefeito Rodrigo Battistella protocolou junto ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, o projeto para a construção de 219 moradias, na tarde desta quarta-feira, 29. As residências serão destinadas para as pessoas que perderam suas casas na enchente ou que estão em áreas de alagamento na cidade.
“Com muito trabalho e esforço, garantimos que nenhuma vida fosse perdida aqui. Ninguém passou fome, ninguém ficou sem ter onde dormir ou sem água para beber. Agora, precisamos garantir moradia digna para todos aqueles que perderam suas casas ou estão em áreas de alagamento, pensando no futuro e na segurança destas pessoas”, disse o prefeito Battistella.
As 219 moradias serão compostas por 160 apartamentos e 59 casas do Minha Casa Minha Vida. A Prefeitura irá dar a área para a construção dos prédios e o governo federal irá garantir a construção dos pavimentos.
“Vamos poder atender mais de 1.000 pessoas na cidade, ajudando aqueles que mais precisam. Estamos trabalhando focados na agilidade para que possamos iniciar as obras o quanto antes”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Juliano Furquim.
Conforme o ministro da Casa Civil, Rui Costa, estando o projeto 100%, o convênio entre Prefeitura e o governo federal poderá ser firmado semana que vem.
“O prefeito de Nova Santa Rita é um ótimo exemplo, já que já trouxe o projeto aqui hoje. Desse jeito, o convênio poderá ser firmado de forma muito rápida, até mesmo na semana que vem, já que queremos agilidade nestes processos”, garantiu.
O projeto, avaliado em mais de R$ 25 milhões, foi entregue também para o ministro das Cidades, Jader Filho, e para o Ministro de Estado da Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta.
Números da enchente
De 27 de abril a 22 de maio, mais de 700mm de chuvas foram registrados na cidade, deixando mais de 1.300 pessoas desabrigadas e atingindo 2.126 casas.
A Prefeitura distribuiu mais de 12 mil cestas básicas e possui, até esta quarta-feira, 29, 191 pessoas. Os bairros mais afetados foram Berto Círio, Morretes e Porto da Figueira.