Foram retomadas as ações de pulverização para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti na terça-feira, 21. Os trabalhos ocorreram no Bairro Niterói.

Agentes de combate às endemias vistoriaram terrenos e conversaram com moradores, destacando iniciativas que podem ajudar a evitar a proliferação – em especial, tampar baldes que estejam servindo para guardar água.

As pulverizações são feitas após Pesquisa Vetorial Especial (PVE) e somente com registros positivos, visando o bloqueio do mosquito transmissor para minimizar a circulação do vírus. Quando é feito registro de um novo caso, são realizadas ações em um raio de 150 metros, para eliminar possíveis focos. Os trabalhos seguem nas áreas secas da cidade.

Os números em Canoas

Segundo boletim emitido também na terça pela Secretaria da Saúde do município, Canoas já registrou 5.010 casos em 2024. Desses, 10 são importados, contraídos fora da cidade, e 5 mil ocorreram dentro do município, sendo classificados como autóctones.

Estância Velha, Guajuviras e Mathias Velho ainda concentram a maioria dos casos, com 2.721 (54,31% do total). Um em cada 69 canoenses já tiveram a doença desde o dia 1º de janeiro.

Casos por bairro:

  • Estância Velha: 1.340
  • Guajuviras: 926 autóctones e 2 importados
  • Mathias Velho: 453
  • Niterói: 449 autóctones e 2 importados
  • Harmonia: 408
  • Nossa Senhora das Graças: 341 autóctones e 2 importados
  • Rio Branco: 261
  • Olaria: 216
  • Igara: 182 casos
  • Marechal Rondon: 117 autóctones e 2 importados
  • São José: 76 autóctones e 1 importado
  • Mato Grande: 75
  • Fátima: 74
  • Centro: 55 autóctones e 1 importado
  • São Luís: 22
  • Brigadeira: 5

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