A tensão social que ocorre nos abrigos de cidades afetadas pelas enchentes ao redor do Estado tem provocado a ação das forças de segurança. O governo do RS anunciou novas medidas de reforço nos efetivos para manter seguros os desabrigados e os que permanecem em suas casas, especialmente em Porto Alegre e na Região Metropolitana.

Desde o começo da enchente, 11 pessoas já foram presas por cometerem crimes dentro dos abrigos, incluindo casos de abuso sexual.

O secretário estadual de Segurança, Sandro Caron, afirmou na quinta-feira, 9, que o foco é o combate a saques nas ruas e atuar nos locais de acolhimento. A Brigada Militar e a Polícia Civil trabalham nessas duas frentes, mas a situação de excepcionalidade tornou os efetivos atuais insuficientes.

Além do reforço de 400 agentes das Polícias Militares de outros estados, o governo estadual abriu o recrutamento de 1 mil reservistas para atuarem em abrigos. Dessa forma, os agentes da ativa poderão atuar com mais força no policiamento ostensivo nas ruas.

A Polícia Civil afirma que está fazendo rondas nos maiores abrigos durante 24 horas, e que as menores estruturas são monitoradas em ações pontuais. Da mesma forma que a Brigada, a Civil abriu chamamento para 200 agentes aposentados para reforço na segurança.

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