Uma força-tarefa procura deixar as escolas canoenses em condições para a volta às aulas. Na segunda-feira, 5, iniciou-se uma série de atividades que envolve equipes das secretarias da Educação, Serviços Urbanos e Meio Ambiente, subprefeituras, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros. Dentre os trabalhos feitos pelas equipes estão roçadas, poda de árvores e retirada de entulho dos pátios e entorno das escolas.

No ato da matrícula da pequena Mariah, 9 meses, na Emei Gilda Schiavon, no bairro Rio Branco, Fernanda Rodrigues Aguirre estava otimista. Ela espera que possa ser feita a recuperação total do espaço para receber as filhas no dia 19 de fevereiro, quando começam as aulas. A mais velha, Helena, também estuda lá. A instituição, uma das mais atingidas pelo temporal que ocorreu em 16 de janeiro, foi uma das primeiras visitadas pelas equipes.

Com 198 crianças, a instituição teve a rede elétrica danificada devido à queda de uma árvore de grande porte. O incidente também destruiu o muro de entrada da escola. Para a diretora Natália Crippa, a resposta da prefeitura foi rápida. “Hoje pela manhã, a equipe já estava aqui fazendo a limpeza, retirando os entulhos e a árvore”, afirmou.

Outra obra muito aguardada pela comunidade da Emei Gilda Schiavon é a reforma de quatro salas modulares no local. Há cinco anos, os espaços sofrem com alagamentos causados pelas chuvas. Apesar dos problemas, as matrículas continuam sendo feitas, mesmo que de forma manual. A previsão é de que a luz retorne ainda esta semana para o começo das obras.

Outra escola que sofreu danos foi a EMEF Guajuviras. Com 1.010 alunos em 37 turmas do 1º ao 9º ano, a escola teve quatro prédios atingidos, mais de 100 telhas arrancadas e cinco árvores caídas, além de rede elétrica atingida. O processo de inscrição, porém, ocorre normalmente.

A ação da prefeitura começou na semana passada, quando fez o levantamento e orçamento de tudo o que a escola precisaria. Nesta segunda-feira, as telhas já tinham chegado. O diretor Alex Totti Soares considera a ação de suma importância. “A resposta é boa porque a gente precisa ter apoio. É importante um orçamento rápido e reposição de material com rapidez”, avalia.

De acordo com a secretária de Educação, Leany Maria de Conti, a força-tarefa contribui para a agilidade no processo, pois reuniu diferentes órgãos em um único objetivo. A titular da pasta explica que os trabalhos começaram pelas instituições que estão com danos mais graves. “Estou muito tranquila. Dia 19 receberemos todos os alunos com as escolas prontas”, garante.

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