Problema duplo
A crise financeira e de atendimento às expectativas canoenses no que tange aos atendimentos médicos, hospitalares e das escolas municipais passam a exigir um comportamento novo da Câmara de Vereadores.
Todos sabem que a representação popular, na sua maior extensão, está na Casa legislativa, onde os vários setores da sociedade têm representação e os integrantes da Casa mantêm contatos diários com os canoenses.
No caso do Gamp, no campo da saúde pública, depois de cinco anos de atividades, tendo criado os mais variados problemas, o aumento do número de funcionários, atendentes, médicos e demais profissionais, exige que a decisão administrativa passe a ter um comportamento dentro da realidade imposta pela Covid-19. O fim do relacionamento entre a empresa e o município acabou por tornar desempregada uma grande quantidade de profissionais, que perderam seus empregos, e têm o direito de ter o pagamento de todas as determinações legais, e a proposta de estender estes pagamentos por um longo período passa a colocar o município numa crise de relacionamento com os direitos daqueles que operam na saúde.
O mesmo ocorre com os professores, que procuram um relacionamento que dê proteção aos seus salários e aos vencimentos necessários para manutenção de uma vida digna e honrada. O Executivo tem problemas. Tem dificuldades financeiras. E é por isso que a Casa legislativa tem o dever e obrigação de procurar alternativas para atender as expectativas daqueles que trabalham, para respeitar o interesse público e cumprir missões de cidadania.
É um grande momento para os senhores vereadores e a senhora vereadora, passando a exigir que eles tenham comportamento rápido, efetivo e com estudos necessários para cumprir o seu dever de representação popular.