Atraso

O executivo enviou um projeto à Câmara, que o aprovou, reduzindo o avanço social das escolas canoenses. A direção escolar, que tinha uma decisão de escolha por seus dirigentes e pais, retrocedeu. O prefeito mandou o projeto e a Câmara aprovou fazendo com que diretores das  escolas sejam escolhidos por orientação  político partidária e não mais de interesse da qualidade da educação.

Depois de anos de avanço, pela escolha da direção,  do sistema democrático, caímos agora para o destino ditatorial, ou seja, pais e professores não terão mais participação e a direção será efetuada por vontade política.

No pleito eleitoral isto não foi discutido, nenhum candidato a prefeito ou vereador (a) se atreveu a fazer tal proposta, mas agora, às escondidas, no fechar do ano, é aprovada uma lei que faz este retrocesso. A partir desta data começa o movimento comunitário, não apenas de professores, mas de pais de alunos, estudantes, da sociedade em geral, e de partidos democráticos, pleiteando o retorno daquela grande medida da escolha da direção.

O final de ano para a educação foi melancólico.

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