Na última segunda-feira, 24 de maio, os ex-funcionários da Sogal fizeram um protesto em frente a empresa reclamando o descumprimento do acordo do plano de demissão voluntária.
O acordo em questão foi firmado pela Sogal, SITROCAN e Ministério Público do Trabalho e colocado como única opção para os funcionários demitidos, e previa o pagamento da rescisão e de parcelas atrasadas do FGTS de forma parcelada (por até três anos).
Além do protesto em frente à Sogal, os trabalhadores seguiram em caminhada até a Prefeitura com a finalidade de “sensibilizar o prefeito Jairo Jorge” e denunciar, pois os recursos disponibilizados pela Prefeitura para empresa Sogal estariam sendo utilizados de forma errada, de acordo com o grupo. No entanto, não foram recebidos pelo prefeito Jairo, que estava em reunião no momento.
Segundo relatos, os trabalhadores vêm se organizando com a ajuda da secretaria Geral do 20º núcleo do CPERS, Danielle Kroeff, “pelo fato ser uma referência de luta na cidade e o Paulo Sérgio que é militante da CSP Conlutas e vivenciou esta mesma situação no setor dos transportes aéreo”. Os dois estão ajudando a organização de uma associação de ex-funcionários e uma comissão de negociação para cumprir algumas tarefas, tornar público o problema, e cobrar uma solução com todas as partes envolvidas: executivo, legislativo, judiciário, representantes legais e a empresa.