Por Dorotéo Fagundes – Apoio GBOEX e FUNDACRED
REGIONALISMO
Buenas amigos e como está no Livro Agenda Gaúcha 2021, (edição que traz a história das aves no folclore do Rio Grande do Sul), na página 10 marca que o dia 02 é Internacional do Livro Infanto-juvenil e do Propagandista; dia 04 Nacional do Parkinsoniano; dia 07 Dia da Radiopatrulha, do Corretor, do Jornalista, do Médico Legista, Mundial da Hipertensão e da Saúde; dia 08 da Natação, do Correio, do Desbravador, do Profissional de Marketing e Mundial do Combate ao Câncer, pelo que, agradecendo a Deus o privilégio de escrever, de ser lido e informando, ô invoco à dizer do JORNALISTA e do JORNALISMO!
No dia 7 de abril é o Dia do Jornalista, profissão que surgiu no mundo por consequência da invenção de Gutemberg no século XV, a prensa, que multiplicou os escritos para o povo.
Toda via, o primeiro curso superior de jornalismo no mundo só foi nascer em 1912 na Universidade de Colúmbia em Nova York, chegando ao Brasil em 1947 por São Paulo, mas incrivelmente o Jornalismo aqui, tendo como primeiro profissional oficial Hipólito da Costa, seu exercício legal não exige diploma e isso foi decidido pelo o STF em 2009, que teve o único voto a favor do profissional diplomado, pelo Ministro Marco Aurélio, deixando claro dizendo: “Penso que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional que repercute na vida dos cidadãos em geral”.
Amigos, o jornalismo é uma atividade profissional de comunicação, que lida com notícias, dados factuais e divulgação de informação, pela prática do Jornalista de coletar, redigir, editar e publicar sua matéria. O empresário de jornais nos EUA, William Randolph Hearst, define que: “Jornalismo é publicar tudo aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.
Conta-nos a história brasileira que o médico, jornalista, Líbero Badaró, morto misteriosamente em 1830, gerou uma insatisfação popular tão grande que motivou a abdicação do trono de Dom Pedro I, em 7 de abril de 1831, sendo por isso a data oficial, em reverência ao jornalista falecido.
Em 1965, o imortal doutor Jorge Calmon, no seu discurso de posse na Academia de Letras da Bahia, definiu que o jornalista: “É o depositário do trato feito pela sociedade com uma instituição particular – a imprensa – para que proteja o interesse público, fiscalize os governos, denuncie os abusos, clame contra as violências, ampare as liberdades, advogue pelos desprotegidos, zele pelo Direito, propugne pelo progresso, pela prosperidade coletiva para a construção pacífica e harmoniosa do futuro”.
Para pensar: Um jornalista consciente do seu dever é de fato a testemunha da história, talvez por isso que a política não reconheça ainda, juridicamente o seu diploma.