Olegar Lopes – Agenda Tradicionalista

Um ano atípico

O ano de 2020 foi um ano atípico, assim como 2021, que segue o mesmo caminho atingindo praticamente todos os segmentos. Com o Movimento Tradicionalista Gaúcho não poderia ser diferente, tudo aconteceu desde o início deste ano atípico. Foi quando os tradicionalistas optaram por uma experiência inédita, a de eleger uma mulher para dirigir o MTG, entidade que durante seus 54 anos foi presidida por homens.

A experiência, se, de um lado gerou grande expectativa no meio tradicionalista – ao ponto de atrair um dos maiores contingentes de eleitores, por outro lado o resultado, também foi surpreendente o empate entre as candidatas Elenir Winck e Gilda Galeazzi, 530 votos para cada. O sistema de desempate conforme o Estatuto do MTG deu a vitória para a candidata Elenir. A candidata Gilda se sentiu prejudicada com a decisão da Comissão Eleitoral, recorreu à Justiça que concedeu a vitória para Gilda. O lado negativo ficou por conta da decisão do resultado ser levado para os tribunais.

Se consideramos injusto o resultado concedido pela justiça, consideramos elogiável o comportamento e a postura ética da candidata Elenir Winck, ao não fazer criticas à sua oponente nem fazer a política do quanto pior melhor. O pior é que já estamos no mês de março e a eleição que vai eleger o presidente para a gestão 2021, que seria realizada dia 9 de janeiro de 2021, tinha sido transferida para 27 de fevereiro e, com bandeira preta, foi transferida para 6 ou 13 de março. Vamos aguardar.

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