Olegar Lopes – Agenda Tradicionalista
Cavalgada Canoas – Dom Pedrito (parte II)
Prosseguindo com a narrativa da Cavalgada Canoas – Dom Pedrito realizada entre 21
de dezembro de 1994 a 4 de janeiro de 1995. Hoje com o início da façanha na tarde de 21 de dezembro no DTG Morada de Guapos no pátio da ASMC. Dias 21 e 22 de dezembro de 1994
Conforme o combinado a partir das 15 horas começaram a chegar os integrantes da
cavalgada – alguns movidos pela ansiedade chegaram antes. Familiares e amigos foram para a despedida no galpão do DTG Morada de Guapos, no pátio da Associação dos Servidores Municipais de Canoas, local da partida.
Estavam presentes para prestigiar a caravana as seguintes autoridades: Gerciliano
Alves de Oliveira – Conselheiro do MTG, Firmo Farias dos Santos – Patrão do DTG Morada de Guapos, Lyberti Dick Conter – Prefeito Municipal de Canoas, Cláudio Schineider – Vice-prefeito, Roque Minella – Secretário de Transportes, Benjamin Feltrin Netto – Presidente do MTG, Luiz Barth Rangel – Vice-presidente financeiro do MTG. Os integrantes da cavalgada eram os cavaleiros João Batista Figueiró de Oliveira – Piquete Presilha do Rio Grande de Nova Santa Rita, João Carlos de Moura – Coordenador da 12ª RT, Mário Martins Canabarro e Márcio Canabarro do Piquete Teixeira de Canoas, Marcus Vinícius Feijó da Rocha – Vereador de Nova Santa Rita, Gilnei Mello da Silva do CTG Domadores do Rincão – Sapucaia do Sul, João Branco e Mazarino Dias de Oliveira do CTG Estância de Sapucaia e Leandro Cachoeira do CTG Quero- Quero de Esteio.
A equipe de apoio era: Carmo Souza – Vice-coordenador e Ricardo Ferreira, ambos do
CTG Estância Gaúcha de Canoas, Olegar Lopes do CTG Brazão do Rio Grande de Canoas, Paulo Kens do Piquete Presilha do Rio Grande de Nova Santa Rita, Ivo Zoel de Ávila – motorista do caminhão transporte de cavalos, Jeferson de Ávila – neto do Ivo Zoel, João Fraga de Oliveira e Hercules Castello, ambos do CTG Sentinela do Rio Grande da Base Aérea de Canoas e a dona Araci, esposa do Mário Canabaro, a única mulher integrante do grupo. A saída se deu às 16h45, pela rua Brasil, rua Araçá e Av. Guilherme Schell em direção à ponte do Guaíba.
Passando a ponte elevada chegamos no local do primeiro pernoite aproximadamente às 19
horas, no galpão da Associação dos Fiscais do Estado. No local não havia água potável, usamos a que levamos para emergências. Por volta das 20 horas chegaram as primeiras visitas: a Coordenadora da 1ª RT Maria Bellini, o vice-coordenador Leônidas Saraiva e esposa Dalva, estes nos brindaram com 3 kg de erva mate. Às 21h30 foi servida a janta: costela na panela, batata ao vapor, macarrão e saladas.
O toque de recolher foi à 0h30, porém às 3 horas o companheiro João Branco deu
mostras de que o despertar – que seria às 5h conforme combinado – aconteceria duas horas antes, já que a Polícia Rodoviária, que daria cobertura aos cavaleiros, antecipou a passagem das pontes para as 7 horas.
O café foi servido no local do pernoite após o chimarrão e a equipe de apoio seguiu na
frente dos cavaleiros em direção do local do almoço, onde chegamos às 8 horas, com tempo suficiente para preparar o almoço. Os cavaleiros chegaram às 10h30 e o almoço – feijão campeiro, arroz e picadão de carne com moranga – foi servido às 12 horas. Após limpar a cozinha, a equipe de apoio seguiu para o local da janta e pernoite, a fazenda de Clóvis Locatelli, onde chegamos às 14h30. Não usamos nossa cozinha, pois havia no local uma cozinha completa para nosso uso. Os cavaleiros com a Chama chegaram no local às 19h40. O cardápio foi churrasco de cordeiro e antes do toque de recolher houve tertúlia: o Carmo no violão e o Leandro na gaita de 8 baixos, com versos de improviso do João Carlos.
Nessa noite recebemos a visita dos companheiros Ivan e Nilo do CTG Estância Gaúcha. Antes da meia noite, todos se recolheram, como a noite estava muito quente e não havia mosquitos, dormimos num galpão aberto.
A narrativa prossegue na próxima edição.