Editorial

TSE

Ao tomar posse, esta semana, na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luiz Roberto barroso defendeu a conciliação e o diálogo: “Precisamos de denominadores comuns e patrióticos. Pontes e não muros. Diálogo em vez de confronto. Razão pública no lugar de paixões extremadas”.

E continuou: “Numa democracia política é gênero de primeira necessidade…”. “Não há alternativa a ela. Considero que a vida pública vivida com integridade, idealismo e espírito público é uma das atividades mais nobres a que alguém pode se dedicar”.

O ministro relatou os 31 anos da Constituição Federal, de 1988. Para ele, a democracia não é regime político de consenso, mas dissenso legítimo, conciliado e absorvido institucionalmente: “Quem pensa diferente de mim não é meu inimigo, mas meu parceiro na construção de um mundo plural. A democracia tem lugar para conservadores, liberais e progressistas. Nela, só não há lugar para a intolerância, a desonestidade e a violência”.

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