Ao longo de 2019, aproximadamente 500 funcionários da instituição foram desligados da Ulbra, e, sem condições de pagar as rescisões, a instituição fez um acordo junto ao Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro) para parcelar a dívida em 20 vezes. No dia 13 de dezembro a Universidade obteve recuperação judicial, e desde então estão pendentes os pagamentos dos ex-funcionários, que no dia 16 de fevereiro protestaram contra o atraso da universidade.

Os mais de 80 ex-funcionários que estiveram presentes no protesto, reivindicando os valores trabalhistas não pagos pela instituição, a qual é mantida pela Aelbra. A manifestação foi organizada pela Associação dos ex-empregados Credores da Ulbra.
Segundo o presidente da Associação, Felipe Merino Ferraz, somente nove parcelas foram pagas, faltando mais onze parcelas. “Entre os credores tem muitos desempregados, pessoas doentes, enfim pessoas que precisam demais desse dinheiro. Infelizmente a maioria ainda não conseguiu se recolocar no mercado de trabalho”.